O Concurso de Redação organizado
pela TV TEM, reuniu centenas de
alunos e professores. Como já é costume, nossa escola participou pelo 4º ano consecutivo e, nesses quatro anos, em três ficamos entre os melhores, em 2014, em 2015 e 2017.
Segundo a professora Telma, da
disciplina Língua Portuguesa, é
importante participar do concurso, pois este incentiva a leitura e escrita, e através da classificação dos alunos entre os três melhores, enxergarmos nosso potencial.
Quando falamos que a escola vem demonstrando bom desempenho, não é à toa. Em 2014 conseguimos o 2º lugar na categoria Narrativa de Aventura, em 2015 ficamos em 3º lugar, também na categoria Narrativa de Aventura.
Neste ano a aluna Ingrid Almeida,
do 9º ano B, foi nossa representante,
ficando em 3º lugar na categoria Crônica,
cujo tema era “Fazer o bem sem olhar a quem”. “Me senti muito orgulhosa em ser uma das premiadas e orgulhosa também por minha professora, já que é o terceiro
ano que ela tem seus alunos entre os trêsprimeiros colocados nesse concurso”,
disse a aluna. Completou “Este é o meu
último ano na escola e não poderei mais
participar porque o concurso é apenas
para os alunos do Ensino Fundamental,
Fundamental I e II, mas quero
dizer que nunca devemos desistir porque eu participei em todos os
anos e tive a certeza que neste eu
ficaria entre os ganhadores”. A aluna
recebeu com prêmio um tablet e a
professora, um e-book (livro digital).
Por Matheus Moraes
Leia abaixo a crônica da aluna vencedora.
Grávida, eu?!!
O barulho ensurdecedor do
despertador invade meus ouvidos. Logo abro os olhos e junto a eles um sorriso.
Estava alegre como nunca estivera às 5h da manhã. Olho através da janela e vejo o céu ainda escuro. Sinto a leve brisa da manhã e com ela uma sensação boa, de “fazer o bem sem olhar a quem”. Saio de casa já pronta para a escola, pego o ônibus e me sento.
Logo à frente avisto uma mulher grávida. Ela estava em pé e aparentava
cansaço. Observo que os assentos
preferenciais, que por sinal, bem
destacados em amarelo, estavam todos
ocupados por jovens sem um pingo de bom senso.
Me levanto, ofereço meu lugar à grávida e inicio um discurso, em alto e bom tom, de como as pessoas não
necessitadas ocupam o lugar de quem realmente precisa. Para o meu espanto, a mulher me olha com raiva e diz: “Não estou grávida! Pode se sentar!”. Só aceno com a cabeça e me sento. Sinto meu
rosto queimar! A vergonha foi grande, mas poderia ter sido um gesto
gratificante.


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