Escola Altamir Gonçalves mais uma vez classificada no Concurso de Redação da TV Tem - Altamir Informa

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Escola Altamir Gonçalves mais uma vez classificada no Concurso de Redação da TV Tem


O Concurso de Redação organizado pela TV TEM, reuniu centenas de alunos e professores. Como já é costume, nossa escola participou pelo 4º ano consecutivo e, nesses quatro anos, em três ficamos entre os melhores, em 2014, em 2015 e 2017.

Segundo a professora Telma, da disciplina Língua Portuguesa, é importante participar do concurso, pois este incentiva a leitura e escrita, e através da classificação dos alunos entre os três melhores, enxergarmos nosso potencial.

Quando falamos que a escola vem demonstrando bom desempenho, não é à toa. Em 2014 conseguimos o 2º lugar na categoria Narrativa de Aventura, em 2015 ficamos em 3º lugar, também na categoria Narrativa de Aventura.

Neste ano a aluna Ingrid Almeida, do 9º ano B, foi nossa representante, ficando em 3º lugar na categoria Crônica, cujo tema era “Fazer o bem sem olhar a quem”. “Me senti muito orgulhosa em ser uma das premiadas e orgulhosa também por minha professora, já que é o terceiro ano que ela tem seus alunos entre os trêsprimeiros colocados nesse concurso”, disse a aluna. Completou “Este é o meu último ano na escola e não poderei mais participar porque o concurso é apenas para os alunos do Ensino Fundamental, Fundamental I e II, mas quero dizer que nunca devemos desistir porque eu participei em todos os anos e tive a certeza que neste eu ficaria entre os ganhadores”. A aluna recebeu com prêmio um tablet e a professora, um e-book (livro digital).

Por Matheus Moraes

Leia abaixo a crônica da aluna vencedora.

Grávida, eu?!!

O barulho ensurdecedor do despertador invade meus ouvidos. Logo abro os olhos e junto a eles um sorriso. Estava alegre como nunca estivera às 5h da manhã. Olho através da janela e vejo o céu ainda escuro. Sinto a leve brisa da manhã e com ela uma sensação boa, de “fazer o bem sem olhar a quem”. Saio de casa já pronta para a escola, pego o ônibus e me sento. Logo à frente avisto uma mulher grávida. Ela estava em pé e aparentava cansaço. Observo que os assentos preferenciais, que por sinal, bem destacados em amarelo, estavam todos ocupados por jovens sem um pingo de bom senso. Me levanto, ofereço meu lugar à grávida e inicio um discurso, em alto e bom tom, de como as pessoas não necessitadas ocupam o lugar de quem realmente precisa. Para o meu espanto, a mulher me olha com raiva e diz: “Não estou grávida! Pode se sentar!”. Só aceno com a cabeça e me sento. Sinto meu rosto queimar! A vergonha foi grande, mas poderia ter sido um gesto gratificante.

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